Tropical soil microbiology and biodiversity: a tool for sustainable intensification of agriculture in Mozambique

Soil microorganisms are able to establish beneficial relationships with plants, helping plants in nutrients uptake like N and P, defence against plants foes and other important benefits, in return soil microorganisms receive organic compounds from plants. At present, it’s known that plants can determine the composition of the root micro- biome by active secretion of compounds that specifically stimulate or repress members of the microbial community (Doornbos et al., 2012). Occurrence of different associative microorganisms in rice (Oryza sativa L) fields has been reported by various studies from many countries. Nowadays, it’s known that limitations in water resources and arable land have caused the rice farming areas of rice-producing countries to exhibit a declining trend, so, increases in rice yield mainly rely on only the increase in per unit area yield (Xue et al., 2015).

Biofertilizers are a new type of fertilizer, containing microorganisms which help to provide more nutrients to plants, they are very known in soybean, they do not pollute the environment and they are normally cheaper than the chemical fertilizers. Therefore, the use of biofertilizers for growing rice may allow to reduce the rice production costs, improve the yields and minimize the environmental impacts. In Mozambique, we lack information about the relationships between rice and its growth promoting microorganisms present in the soil and most farmers use chemical fertilizers for supplying nutrients to the soil. The objectives of our study are as follows: (i) to evaluate how the bacteria, archaea and fungi diversity changes in rice growing fields and virgin fields; (ii) understand how critical biogeochemical cycles may respond to current and impending environmental changes; (ii) to allow us to identify factors that determine microbial community structure and activity in space and time in rice growing and virgin fields.

SAMPLE COLLECTION IN CHOKWE AND RESEARCH STAY AT ARC-SOUTH AFRICA

The samples for this study were collected in three locations: Umbeluzi´s Experimental Station in Maputo, Chokwe´s Experimental Station in Gaza both belonging to the Mozambique´s Agronomic Research Institute and in Sanga-Faculty of Agronomic Sciences, Lúrio University.

For biochemical analysis, samples were collected in the virgin and rice growing fields and the analyses were performed at the laboratory of Plant and Soil- School of Agriculture of the University of Lisbon (ISA-ULisboa) – Portugal. The following soil analyses were performed: pH-H2O, electric conductivity, organic carbon, soil dry matter, available P and K, total concentrations of Ca, Mg, Na, K, Cu, Fe, Zn and P, total N and NH4+.

SANGA FIELD TRIALS

Through this project, I had already two internships in Pretoria – South Africa at the Agricultural Research Council- (Laboratory of Microbiology), where I learned about molecular biology techniques, such as: DNA (deoxyribonucleic acid) extraction from soil samples, electrophoresis using agarose gel, DNA quantification, PCR (Polymerase Chain Reaction), soil culture dependent and independent methods and more things about microbiology, this was undoubtedly a marvelous learning and experience. It’s a certainly a pleasure to be part of this project.

 

Belo Muetanene (FCA-UniLúrio, Mozambique)

 

Project partners

  • School of Agriculture of the University of Lisbon (ISA-ULisboa) – Portugal
  • IRRI-International Rice Research Institute – Mozambique
  • Agricultural Research Council (ARC) – Institute for Soil, Climate and Water-South Africa
  • Lúrio University, Faculty of Agronomic Sciences – Mozambique

Reforço de Competências do Corpo Docente da FCA-UniLúrio

Missão a Lichinga, Niassa – Moçambique, para o Reforço de Competências do Corpo Docente da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade do Lúrio

 

De 29 de Janeiro a 03 de Fevereiro de 2017 realizou-se uma missão a Lichinga, Província do Niassa – Moçambique, para a capacitação do corpo docente da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) da Universidade do Lúrio, no âmbito da parceria ISA – IRRI.

A equipa formadora integrou a Doutora Ana Melo (ISA-ULisboa) e o Doutor Alexis Ndayiragije (IRRI), co-coordenadores do Projeto Investigação Agrária para o Desenvolvimento com a África de Língua Portuguesa, e os Professores António Mexia (ISA-ULisboa/CENTROP), Manuel Correia (ISA-ULisboa/CENTROP) e Adriano Silva (ISA-ULisboa).

Os trabalhos de reforço de competências incluíram uma visita à Faculdade de Ciências Agrárias (campus do Unango), a duas comunidades próximas (aldeias de Cazizi e Malulu) e à Estação Agrária de Lichinga (Centro Zonal Noroeste do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM)), para além a realização de diversas sessões em contexto de docência e de partilha de experiências.

As sessões de capacitação realizaram-se nas instalações do Instituto Médio Agrário de Lichinga e abordaram temas como a investigação, suas metodologias, financiamento e divulgação, e a pedagogia no ensino superior.

Na visita às comunidades de Cazizi e Malulu, nas imediações do campus do Unango e ambas beneficiadas pela cooperação entre a FCA e as comunidades locais, trocaram-se algumas palavras com os seus régulos e habitantes e visitaram-se algumas das suas machambas.

De cima para baixo e da esquerda para a direita: Fotografia de grupo; FCA, campus de Unango, vista sobre o bloco administrativo; Docentes da FCA em formação; FCA, campus de Unango, ensaio de arroz de sequeiro; Visita às comunidades locais, aldeia de Cazizi; FCA, campus de Unango, ensaio de soja.

 

 

 

 

Write workshop for ProIntensAfrica’s final report (PT version below)

On the 16th to 19th of January 2017, took place at Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, a write workshop for the making of ProIntensAfrica’s final report.

The event brought together a group of 19 researchers from 12 African and European institutions, namely FARA (Forum for Agricultural Research in Africa), ASARECA (Association for Strengthening Agricultural Research in Eastern and Central Africa), AFAAS (African Forum for Agricultural Advisory Services), CSIR-CRI (Council for Scientific and Industrial Research – Crops Research Institute), ARC (Agricultural Research Council, South Africa), ISA-ULisboa (Instituto Superior de Agronomia Universidade de Lisboa, Portugal), CIRAD (Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement, France), WUR (Wageningen University & Research, Netherlands), SLU (Swedish University of Agricultural Sciences), LUKE (Natural Resources Institute Finland), UCL (Université Catholique de Louvain, Belgium) and UoC (University of Copenhagen, Denmark).

During the three and a half days of the Write workshop, it was made a quick review of the work done and delivered, and written a global synthesis document for the project, which ends in March. The result was a first draft of the ProIntensAfrica’s final report, currently under review by the partners.

This report will be presented at the African Union Headquarters next March.

The workshop finished in a good spirit and energy atmosphere, framed by the views and looks offered by the Instituto Superior de Agronomia.

ProIntensAfrica, a consortium of 23 members from different European and African countries, aims to develop a long-term research and innovation partnership proposal between Europe and Africa. Its main goal is to increase food and nutritional security as well as the livelihood of African farmers by exploiting a wide variety of pathways leading to a sustainable intensification of African agrifood systems, with the support of the relevant policy framework.

For further information see http://www.intensafrica.org/

 

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PROIntensAfrica – Write workshop do documento final do ProIntensAfrica

De 16 a 19 de Janeiro de 2017, realizou-se, no Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, o Write workshop do documento final do ProIntensAfrica.

O evento reuniu 19 investigadores de 12 instituições africanas e europeias, nomeadamente FARA (Forum for Agricultural Research in Africa), ASARECA (Association for Strengthening Agricultural Research in Eastern and Central Africa), AFAAS (African Forum for Agricultural Advisory Services), CSIR-CRI (Council for Scientific and Industrial Research – Crops Research Institute), ARC (Agricultural Research Council, África do Sul), ISA-ULisboa (Instituto Superior de Agronomia – Universidade de Lisboa), CIRAD (Centre de Coopération Internationale en Recherche Agronomique pour le Développement, França), WUR (Wageningen University & Research, Holanda), SLU (Swedish University of Agricultural Sciences, Suécia), LUKE (Natural Resources Institute of Finland, Finlândia), UCL (Université Catholique de Louvain, Bélgica) e UoC (University of Copenhagen, Dinamarca).

Durante os três dias e meio do Write workshop, fez-se uma rápida revisão dos trabalhos desenvolvidos e entregues e a redação de um documento síntese global do projeto, que termina em março. O resultado foi uma primeira versão do documento final do ProIntensAfrica, atualmente em fase de revisão pelos parceiros.

Este documento será apresentado na Sede da União Africana, no próximo mês de março.

Os trabalhos decorreram em ambiente de boa disposição e descontração, enquadrados pelas vistas e recantos oferecidos pelo Instituto Superior de Agronomia.

O PROIntensAfrica, consórcio de 23 membros de diferentes países europeus e africanos, visa desenvolver uma proposta de parceria de investigação e inovação, de longo prazo, entre a Europa e a África. O principal objetivo é o aumento da segurança alimentar e nutricional, bem como a subsistência dos agricultores africanos, através da exploração e aproveitamento de uma grande diversidade muito de vias que conduzem a uma intensificação sustentável dos sistemas agroalimentares africanos, com o apoio do enquadramento político relevante.

Para mais informações, consulte http://www.intensafrica.org/.

Visita de acompanhamento aos ensaios de arroz dos Campos experimentais da Chianga (IIA) e da Fazenda Ngongoinga (FCA-UJES)

De 05 a 09 de dezembro de 2016, realizou-se uma visita de acompanhamento dos campos experimentais de arroz na Chianga e na fazenda Ngongoinga, respetivamente do Instituto de Investigação Agronómica de Angola (IIA) e da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade de José Eduardo do Santos (FCA-UJES), Huambo, Angola, no âmbito do projecto “Developing Sustainable Rice production in Angola”, que estas instituições têm vindo a desenvolver em colaboração com o ISA-ULisboa e o IRRI.

Esta parceria contempla a realização de dois ensaios em dois campos experimentais, para averiguar a adaptabilidade de 12 variedades de arroz, 10 selecionados pelo IRRI e 2 variedades testemunha, para as condições edafoclimáticas do planalto central angolano.

A missão incluiu a visita aos dois campos experimentais e o encontro com os respetivos responsáveis, por forma serem observados, analisados e discutidos o estado atual dos ensaios, eventuais problemas, definidas e programadas eventuais medidas a adotar.

Das visitas realizadas, foram identificados problemas mais ou menos gravosos em cada um dos campos experimentais, em resultado dos quais se adotaram soluções corretivas e de recuperação, nomeadamente:

  • A manutenção do ensaio de arroz de regadio do campus da Chianga, apenas com algumas recomendações ao nível da fertilização e da rega;
  • A recuperação do ensaio de sequeiro do campus da Chianga, com a transplantação das plântulas viáveis existentes;
  • Eliminação do ensaio de sequeiro da Fazenda Ngongoinga, considerando o reduzido número de plantas viáveis disponíveis para fazer a transplantação;
  • Recuperação do ensaio de regadio da Fazenda Ngongoinga, através da transplantação das plântulas viáveis existentes, após sacha e renivelamento do fundo dos canteiros; e
  • Considerando a elevada condutividade hidráulica dos solos nos dois campos experimentais, a adoção da rega intermitente por alagamento.

 

Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Campos experimentais: Chianga. Aspeto do ensaio de regadio. Chianga. Transplantação no ensaio de sequeiro. Fazenda Ngongoinga. Trabalhos de Arranque do arroz, Sacha e renivelamento do fundo do Canteiro. Fazenda Ngongoinga. Transplantação no ensaio de regadio. Rega após a Transplantação.

Presenting CDAIS-AO progress @ the Agri-chains and sustainable development 2016 conference

CDAIS Agrinatura focal person for Angola and Oliveira Paulo, national innovation facilitator trained and hired for the project presented and discussed methodologies and achievements of the project in Angola.

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Poster poster_acsd_anav2

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TropiKMan PhD 2017-18, concurso aberto

Está aberto concurso para a atribuição de 9 bolsas de doutoramento FCT, no programa Tropical Knowledge and Management. Este programa é acolhido pela Nova SBE e oferecido em consórcio por duas universidades portuguesas e quatro africanas. Conta com o apoio institucional da CPLP.

Consulte aqui o edital edital_tkm_fct201718v3

Para mais informações, visite também

http://www.novasbe.unl.pt/en/programs/phd-in-tropical-knowledge-and-management/overview

 

Variedades de arroz do IRRI testadas em Angola

No âmbito da parceria ISA-ULisboa, FCA, IIA e IRRI, que visa analisar o potencial e a adaptabilidade de algumas variedades de arroz, foi realizado uma visita de trabalho em Angola na provincia de Huambo, entre os dias 07 e 11 de Novembro de 2016. Esta missão tinha como principal objectivo ajudar e trocar experiência com os técnicos do Instituto de Investigação Agronómica e da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade José Eduardo dos Santos, na técnica de sementeira directa de variedades de arroz. Para além disso, houve treinamento dos agricultores locais nas técnicas de sementeira directa e marcação de linhas para sementeira de ensaios.

Nesta primeira fase da missão estiveram envolvidos dois técnicos do IIA e 8 agricultores enquanto que do lado da FCA estive um monitor e 12 agricultores.

Este trabalho foi realizado em dois campos de experimentação no IIA e FCA, tendo sido plantadas 12 variedades, das quais 10 vindas do IRRI e 2 locais usadas como testemunhas. Para cada local, plantaram se as 12 variedades para o sistema irrigado e sistema sequeiro.

Abaixo, as imagens sobre a capacitação da sementeira directa e marcação de linhas.

 

Campo de Ngoingoima (FCA): da esquerda para a direita e de cima para baixo – antes da sementeira, marcação das linhas, semeando, depois de semear, foto de grupo.

Campo da Chianga (IIA): antes da sementeira,  semeando, depois de semear, foto de grupo.

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por Arlindo Matsinhe (técnico do IRRI)

Identificação de vias de Intensificação Sustentável para os sistemas de cultivo de milho-leguminosas: Estudo de caso de Moçambique e Tanzânia

pia_logo_rgb_small_webA agricultura global enfrenta enormes desafios no século XXI: as mudanças climáticas, a deplecção de nutrientes, as novas doenças e a insegurança alimentar estão entre as questões prementes que a agricultura deve abordar e enfrentar. Em África, o aumento da produtividade agrícola, para satisfazer a crescente procura de alimentos, requer uma série de intervenções, entre as quais a intensificação da produção agrícola. Nos últimos anos, o foco mudou para uma intensificação amiga do ambiente, de que é exemplo a agricultura tendo em conta as alterações climáticas e a intensificação sustentável.
proia_picA intensificação sustentável (IS) refere-se a um amplo espectro de sistemas agrícolas, que resultam num aumento do rendimento sem efeitos ambientais negativos e/ou sem o aumento de terra dedicada à agricultura. Esses sistemas incluem sistemas de produção intercalados de milho e leguminosas, que são o foco do caso de estudo aqui apresentado. O objectivo geral do estudo é identificar os principais factores condutores e pontos de entrada para a IS e o potencial de inovação ao longo de ambientes agrícolas contrastantes e várias tipologias de explorações agrícolas. O actual estudo concentra-se na Tanzânia e Moçambique, e faz parte de um projecto, financiado pelo Centro Australiano para a Investigação Agrícola Internacional (ACIAR, do inglês): Intensificação Sustentável dos Sistemas de Cultivo Leguminosas e Milho na África Oriental e Austral (SIMLESA, do inglês).

Os sistemas de milho-leguminosas são comuns em ambos os países e constituem os sistemas mais importantes em termos de número de explorações e parcela de terra dedicada. Em Moçambique, por exemplo, é utilizada uma vasta gama de leguminosas, onde se destacam, o amendoim, o feijão-frade e o feijão comum, principalmente devido ao seu potencial de comercialização. O feijão-boer ganhou alguma atenção nos últimos anos no centro e no norte de Moçambique. Em contraste, na Tanzânia, um mercado bem estabelecido de feijão-boer fez desta leguminosa uma referência em várias agroecologias, onde actualmente é cultivada e amplamente estudada.

O estudo utilizou uma metodologia mista que incluiu, principalmente, uma revisão da literatura, juntamente com um workshop de consulta com os principais actores da IS, realizado em Maputo.

2016-04-26-09-54-33O workshop de consulta reuniu representantes de agricultores, investigadores, universidades e autoridades agrícolas locais e revelou que existe um entendimento comum sobre a necessidade de intensificação agrícola. No entanto, isso nem sempre se traduz em intensificação sustentável. Há uma necessidade de desconstruir o que significa sustentabilidade e estudar como o conceito poderá ser adaptado para se adequar a cada tipologia de acordo com as percepções dos diferentes actores, incluindo diferentes tipologias de agricultores. Foi acordado que a viabilidade da IS deve ter em conta a diversidade agro-ecológica e a dos sistemas agrícolas em todas as tipologias. A inovação inclusiva e a melhoria da capacidade humana e financeira nas organizações relevantes foram consideradas fundamentais para o sucesso da IS. Estes dados podem ajudar a definir uma agenda de pesquisa adequada e pontos-chave de entrada para a IS, nos sistemas de cultivo mais comuns em ambos os países, ou seja sistemas de leguminosas-milho, sistemas mistos de milho-pecuária e sistemas agro-florestais.A revisão da literatura mostra que existem várias características sócio-econômicas que afectam a adopção de práticas agrícolas sustentáveis em ambos os países. Estas incluíram características do agregado familiar, tais como nível de educação, género, relações com outros agricultores, tipo de sistemas de posse da terra, rendimento familiar e tamanho da terra.

Em suma, este estudo recomenda o uso de tipologias agrícolas simples e flexíveis, mutuamente exclusivas, que reflictam as diferentes circunstâncias biofísicas e sócio-econômicas dos agricultores, para co-projetar a implementação da IS e os perfis de adopção que servirão de base para adaptar a IS às necessidades de cada grupo. Além disso, a tipologia de intervenções agrícolas adaptadas pode agregar valor à concepção actual de sistemas agrícolas, fornecendo aos agricultores as ferramentas de que necessitam para melhorar os seus sistemas. Por último, a construção de melhores sinergias entre os agentes locais é também considerada fundamental na harmonização dos conceitos de IS e das estratégias de intervenção.

Para aceder ao artigo completo em Inglês: wp2_lcs5_final-report

Para aceder ao sumário executivo em Português do artigo: wp2_lcs5_pt_sumario_executivo

 

PROIntensAfrica – Writeshop for Work Packages 4 and 5 deliverable making

On the 2nd and 3rd of November, at Instituto Superior de Agronomia, University of Lisbon, took place a write shop for PROIntensAfrica’s Work Packages (WP) 4 and 5  to draft the next set of project deliverables. Because modalities for resource allocation are closely linked to governance structures for IntensAfrica, the two WPs decided to have this joint writeshop to ensure that their respective deliverables are well aligned. The event brought together a group of 10 researchers from 6 African and European institutions, namely ARC (South Africa), ISA-ULisboa (Portugal), CIRAD (France), Wagenningen UR (Netherlands), SLU (Sweden) and LUKE (Finland).

This event structured and delineated the contents to be included in WP 4 and 5 second deliverables, Identifying Modalities for Resource Allocation and Developing the Governance and Management Framework Structure for IntensAfrica, respectively.

WP4 focused on identifying challenges and guiding principles for pooling and allocation of in-cash and in-kind resources, as well as on gathering of various funding models that fit to a bi-continental long-term partnership, such as IntensAfrica. On the other hand, the WP5 focused developing new governance models for such long-term initiative, based on gathering and analysing of bi-continental research and innovation partnerships.

The write shop started with WP4 and WP5’s overview and the presentation of 2nd deliverables draft versions and subsequent discussions, from which, changing proposals were made. Both WPs are expected to be delivered by the end of November.

The team reflected on the changing environment in EU policies toward the use of the 185 article as a funding mechanism for EU-Africa partnerships. The need to initiate new approaches for the promotion and implementation of IntensAfrica, together with policy makers, namely by doing a policy brief of the initiative and planning new promotional actions was acknowledged and next steps were planned.

 

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WP6 partners (tackling communication) held a skype call with the assembled WP4 and 5 colleagues to update progress and seek support for visibility.

PROIntensAfrica (see http://www.intensafrica.org/) is an initiative to develop a long-term research and innovation partnership proposal between Europe and Africa. Its main goal is to increase food and nutritional security as well as the livelihood of African farmers by exploiting a wide variety of pathways leading to a sustainable intensification of African agrifood systems, with the support of the relevant policy framework. The implementing a consortium is composed of 23 members from different European and African countries, that represents research organizations and platforms and, themselves linked to a wide range of partners in their own regions.

 

PROIntensAfrica – Write shop para a elaboração dos Work Packages 04 e 05

(versão em português)

Nos dias 02 e 03 de Novembro de 2016, realizou-se no Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, um Write shop para a elaboração dos Work Packages (WP) 4 e 5, do projeto PROIntensAfrica. Como as modalidades de alocação de recursos estão intimamente ligadas às estruturas de governança da IntensAfrica, os dois WPs decidiram fazer um Write shop conjunto para garantir que os respetivos relatórios estejam alinhados. O evento reuniu um grupo de 10 investigadores de 6 instituições africanas e europeias, nomeadamente, o ARC (África do Sul), ISA-ULisboa (Portugal), CIRAD (França), Wagenningen UR (Holanda), SLU (Suécia) e LUKE Finlândia).

Neste evento, estruturaram-se e delinearam-se os conteúdos dos segundos relatórios dos WP 4 e 5, intitulados “Identificando os Modelos para Alocação de Recursos” e “Desenvolvendo uma Estrutura de Governança e Gestão para o IntensAfrica”, respetivamente.

O WP4 focou-se na identificação dos desafios e princípios orientadores para a agregação e alocação de recursos financeiros e não financeiros, assim como no levantamento de diversos modelos de financiamento que se adequem a uma parceria bi-continental de longo prazo, como o IntensAfrica. Por outro lado, o WP5 centrou-se no desenvolvimento de novos modelos de governação para tal iniciativa de longo prazo, tendo por base a recolha e análise de parcerias bi-continentais de investigação e inovação existentes.

O Write shop começou com o ponto de situação dos WP4 e 5 e a apresentação e discussão de versões preliminares dos 2.os relatórios, a partir das quais foram feitas sugestões de alteração. Ambos os WPs deverão ser entregues até o final de novembro.

A equipa refletiu igualmente sobre a mudança de ambiente nas políticas da UE para a utilização do artigo 185, como um mecanismo de financiamento para parcerias UE-África. Foi reconhecida a necessidade de encetar novas iniciativas para a promoção e implementação do IntensAfrica, juntamente com os decisores políticos, nomeadamente através da elaboração de uma nota política da iniciativa e do planeamento de novas ações promocionais, tendo sido planeados os próximos passos.

Os parceiros do WP6 (Abordando a comunicação) realizaram uma chamada via Skype com os parceiros dos WP4 e 5, para se atualizarem sobre os progressos atingidos e planear novas ações.

O PROIntensAfrica (http://www.intensafrica.org/) é uma iniciativa de um consórcio de 23 membros de diferentes países europeus e africanos, que representam organizações e plataformas de investigação e, elas próprias ligadas a uma vasta gama de parceiros, nas suas respetivas regiões, para desenvolver uma proposta de parceria de investigação e inovação, de longo prazo, entre a Europa e a África. O seu principal objetivo é o aumento da segurança alimentar e nutricional, bem como a subsistência dos agricultores africanos, através da exploração e aproveitamento de uma grande diversidade de vias que conduzam a uma intensificação sustentável dos sistemas agroalimentares africanos, com o apoio do enquadramento político relevante.

Levantamento de competências na parceria de inovação “Cooperativa Sementes do Planalto”

No âmbito do projecto CDAIS, decorre desde o dia 14 até ao dia 16 de Novembro de 2016, no Município do Bailundo, Província do Huambo, o levantamento de competências para a inovação dos sistemas agrários, na parceria de inovação “Cooperativa Sementes do Planalto”.

Desde o primeiro dia, contou-se com a presença de 11 actores das seguintes instituições: ONG Codespa, IIA, SENSE, comunicação social (rádio Bailundo-apenas no 1º dia), cooperativas de agricultores, associações de agricultores, comprador de sementes, chefe de repartição municipal da agricultura do Bailundo.

O referido encontro decorre na sala de reuniões da Administração Municipal do Bailundo, facilitado pelo sr. Agnelo Miguel, coadjuvado pela Sra. Luisa Dovala e supervisionado pela Sra. Imaculada da Conceição. Dos actores presentes, 33% representa o género feminino.

Os participantes apresentam-se motivados e interessados a trabalhar em parceria, devido ao objectivo comum da “cadeia de valor das sementes” e tendo em conta a dificuldade em acesso às mesmas, no mercado Angolano, tanto em qualidade como em quantidade.

 

 

O CDAIS pretende contribuir para a segurança alimentar, nutrição e agricultura sustentável, actuando a três níveis: (1) global, promovendo um mecanismo global de partilha, coordenação e avaliação de competências para o desenvolvimento, (2) nacional, estimulando a coordenação de políticas e planos nacionais para apoiar os sistemas de inovação agrária, e (3) local, apoiando parcerias de inovação, seleccionadas de acordo com critérios gerais e específicos e validados por actores chave dos sistemas agrários nacionais.

Este projecto é uma parceria global, financiada pela União Europeia e implementada conjuntamente pela Agrinatura, um consórcio de 31 universidades europeias que funciona como o órgão técnico da União Europeia na área da agricultura para o desenvolvimento, a FAO, Organização para Agricultura e Alimentação, das Nações Unidas e o Instituto de Investigação Agronómica, em representação do Ministério da Agricultura de Angola.

 

Agnelo Miguel-Facilitador Nacional do CDAIS em Angola – Parceria “Cooperativa Sementes do Planalto” sementes.