Boletim informativo: Apoio de Portugal à África Lusófona via CGIAR

Lançado em junho, no Workshop “Portugal-África: Redes e Inovação na Investigação e no Ensino Superior”, chega agora em versão digital o boletim informativo “Apoio de Portugal à África Lusófona via CGIAR”.

Conta-nos mais de 10 anos de história e histórias partilhadas da academia e da ciência portuguesas e africanas, realizadas em parceria com o centro do CGIAR IRRI.

Leia tudo aqui 9Proposta_Jornal.

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IADALP Newsletter 1, 2016

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2015 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2015 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A New York City subway train holds 1,200 people. This blog was viewed about 4,600 times in 2015. If it were a NYC subway train, it would take about 4 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

Plataforma para Investigação Agrária e Inovação Tecnológica em Moçambique publica “Avaliação do estado actual do conhecimento sobre fruteiras nativas em Moçambique”

Este documento EstadoConhecimentoFrutosNativos,  enquanto levantamento sobre o Estado Actual das Fruteiras Nativas em Moçambique, contém informação obtida em bibliotecas, em revistas científicas online, em arquivos das direções e instituições de pesquisa, em entrevistas com diferentes actores da área das fruteiras nativas, entre os quais investigadores, Orgnizações Não-Governamentais (ONGs), fornecedores de insumos agrícolas, produtores, instituições do governo e entidades interessadas no processamento e comercialização das fruteiras nativas.

Embora os estudos mencionados neste relatório representem alguns dos principais trabalhos de investigação e teses no âmbito das fruteiras nativas realizados por grande parte das instituições de investigação de Moçambique, estes não podem ser considerados os únicos actualmente existentes, uma vez que, das diversas fontes contactadas, houve uma minoria que, por razões de ordem diversa, não pôde disponibilizar os seus trabalhos.

Por outro lado, muitos intervenientes e actores-chave não foram identificados e contactados nesta fase, que incidiu principalmente no Sul de Moçambique. A todos aqueles que não tiveram voz e aos autores dos trabalhos não mencionados nesta que se pretende como uma 1a edição de um documento dinâmico, em permanente actualização, os autores pedem desculpa e compreensão. Contamos futuramente com uma participação mais alargada na preparação das próximas edições desta ferramenta.

É de referir que quaisquer informações adicionais sobre os documentos constantes na presente lista poderão ser obtidas directamente junto das instituições de pesquisa, dos centros de documentação ou das bibliotecas das respectivas faculdades.

Na compilação deste relatório, houve a preocupação de se transmitir da forma mais fiel possível, clara e breve, as ideias das entidades contactadas, procedendo-se, no fim, a uma análise de Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças (FFOA), apresentando- se recomendações sobre como aproveitar as oportunidades, explorar as pontencialidades, superar as fragilidades e reduzir ameaças, nos diferentes campos de aplicação das fruteiras nativas.

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 PROIntensAfrica is an initiative to develop a proposal for a long-term research and innovation partnership between Europe and Africa. Our focus is on the improvement of the food and nutrition security and the livelihoods of African farmers by exploring and exploiting the rich diversity of pathways leading to sustainable intensification of African agro-food systems, with support of the relevant policy environment. PROIntensAfrica is a consortium of 23 members from different European and African countries.

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PROIntensAfrica – Pathways to sustainable intensification of the agri-food system in Africa

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Investigadores de Angola, Portugal e Burundi juntam-se no Planalto Central para conhecer a produção de arroz nesta região Angolana

Foi no final do mês de Julho, que investigadores da Faculdade de Ciências Agrárias da UJES e do Instituto de Investigação Agronómica, de Angola, do IICT-Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa, Portugal e do Instituto Internacional de Investigação do Arroz, se reuniram no campus da Chianga, no Huambo, para partilharem os seus conhecimentos e projectos futuros sobre esta cultura.

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Campo de arroz em Kamacupa.

Perseguindo o objectivo de conhecerem melhor a realidade da cultura do arroz no Planalto Central Angolano, foram juntos conhecer explorações privadas e governamentais, respectivamente em Kamacupa, Bié, e no Longa, Kwando Kubango. Trata-se de dois grandes investimentos a juntar a outros que têm surgido em Angola nos últimos tempos e que prometem aumentar a capacidade produtiva arrozeira deste País. Para além das grandes explorações, os camponeses angolanos produzem uma parte muito significativa do arroz nacional.

Em Kamacupa, mais concretamente na exploração da Sociedade arrozeira, houve a oportunidade de conhecer, com detalhe, as diversas fases deste investimento privado e tomar conhecimento de algumas dificuldades que têm surgido ao longo do processo. Em particular, foram focados os problemas da capacidade germinativa das sementes e da toxicidade do alumínio. Esta partilha de informação deu pistas aos investigadores, que preparam um projecto de investigação colaborativo que contribuir para a sua resolução.

Reunião de Trabalho, em Kamacupa.  Atrás, da esquerda para a direita: Imaculada Henriques, Adão Pinheiro, Alister Pinto. À frente, da esquerda para a direita: Dibanzilua Guinamau, Alexis Ndayiragije, António Carriço e Ana Melo.
Reunião de Trabalho, em Kamacupa.
Atrás, da esquerda para a direita: Imaculada Henriques, Adão Pinheiro, Alister Pinto. À frente, da esquerda para a direita: Dibanzilua Guinamau, Alexis Ndayiragije, António Carriço e Ana Melo.

Para além deste grupo privado, Kamacupa conta com várias associações de camponeses produtores de arroz. Nesta missão, ainda não foi possível ir ao seu encontro, mas perspectiva-se uma recolha de informação sobre as tecnologias e rendimento das suas produções, nomeadamente com o apoio dos serviços de extensão locais. Para já, os investigadores retiveram a ideia que as dificuldades dos camponeses residem sobretudo no processamento do cereal.

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Campo de arroz no Longa.

Na sequência deste primeiro trabalho em grupo, será agora desenhado um projecto de investigação conjunto.

Ponto Focal da AGRINATURA para o CDAIS em Angola em missão ao terreno

Desde há quase 3 anos que o IICT e o ISA se associaram na participação na AGRINATURA, uma associação de Universidades e Institutos de Investigação que trabalham em Investigação Agrária para o Desenvolvimento. Esta parceria, de bons frutos no passado, tem agora mais um desafio pela frente. A representação da AGRINATURA no projecto Desenvolvimento de Competências para a Inovação dos Sistemas Agrícolas (CDAIS) http://wp.me/P5BEQn-9, em Angola.

Ana Portugal Melo, investigadora do IICT é a Ponto Focal da AGRINATURA  (PF-AGRINATURA) para o CDAIS, em Angola. Da equipa portuguesa fazem ainda parte Luís Mira da Silva, professor do ISA, e Sofia Araújo, colaboradora da INOVISA.

Neste contexto, de 4 a 8 de maio, o PF-AGRINATURA para este País de língua Portuguesa, realizou a sua primeira missão no âmbito do CDAIS, para conhecer os seus parceiros, em Angola, partilhar um entendimento comum e realizar a 1ª Reunião do Comité de Gestão do Projecto (CGP) CDAIS.

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Este comité é presidido pelo Coordenador Nacional do Projecto e Director Geral do Instituto de Investigação Agrária (IIA), Doutor MPanzo Domingos, pela Dra Susana Martins, em representação da União Europeia, pelo Engº Afonso Zola, PF-FAO_AO e Ana Portugal Melo (PF-AGRINATURA). Estiveram ainda presentes, na referida reunião, a Dra Lisa Angeli da FAO-AO e o Engº Manuvanga do IIA.

De referir ainda que os parceiros do CGP se encontram dispersos entre Luanda e Huambo, pelo que esta missão que decorreu predominantemente na FAO-AO, em Luanda, mereceu uma deslocação ao Huambo para conhecer a sede do IIA.

Da 1ª reunião do CGP resultou a reafirmação do grande interesse do CDAIS para Angola e do compromisso de todos os parceiros em levar o CDAIS a bom termo, enquadrando-o com diversos outros projectos já no terreno na área da agricultura Angolana, procurando sinergias e oportunidades de colaboração.

No final da sua missão, a PF-AGRINATURA foi recebida por S. Exa. o Senhor Secretário de Estado da Agricultura, José Amaro Tati, que reforçou o apoio e interesse do Governo Angolano no CDAIS.

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