New initiative explores African opportunities for sustainable food systems

(in English below; version en Français ci-dessous)

Nova Iniciativa explora oportunidades Africanas para modelos agro-alimentares sustentáveis

A melhoria sustentável da segurança alimentar e nutricional e os meios de subsistência dos agricultores africanos são assunto, quando 23 parceiros de investigação africanos e europeus colaboram numa parceria de investigação e inovação a longo prazo. O foco é a intensificação sustentável do sistema agro-alimentar em África. Que tipo de consequências para o meio ambiente, economia e sociedade tem a intensificação sustentável da produção de alimentos?

Embora os sistemas atuais de produção de alimentos tenham permitido um aumento substancial na produção de alimentos, as práticas agrícolas também tiveram impacto ao meio ambiente.

Além disso, muitas pessoas ainda não têm o suficiente para comer e não conseguem escapar da pobreza.

Este tipo de efeitos em todo o sistema Agro-alimentar Africano será incluído na análise a realizar por 23 institutos de investigação e inovação de 21 países, a colaborar nesta nova iniciativa, PROIntensAfrica.

– Prevê-se que o crescimento esperado da população mundial de 7 para 9 bilhões e a mudança nas dietas exigirão mais 70% de alimentos até 2050. Não há uma solução única para aumentar a produção, de modo que a diversidade de caminhos para a intensificação sustentável precisa ser explorada e aproveitada, explica Huub Löffler pela Universidade de Wageningen (WUR), o coordenador da iniciativa.

Rotas à medida, para a sustentabilidade

A iniciativa começa num contexto onde muitas rotas para sistemas alimentares sustentáveis ​​já são defendidas na literatura. No entanto, a dificuldade de intensificação sustentável reside na exigência de cada sistema de alimentação, para atender a sua oferta e procura específicas. Como tal, a agricultura de elevado input pode ser adequada para uma região específica, enquanto a agricultura orgânica é mais adequado para outra região.

– A iniciativa PROIntensAfrica irá além do debate sobre os melhores sistemas para a intensificação sustentável em África. Vamos combinar elementos de diferentes sistemas, produzindo sistemas inovadores, para atender às necessidades específicas de forma otimizada, diz Dr. Yemi Akinbamijo, Diretor Executivo do Fórum de para a Investigação Agrícola em África (FARA).

O agrupamento dos recursos

A partilha de recursos de investigação africanos e europeus é percebida como a melhor maneira de alinhar a investigação existente e desencadear novas iniciativas de investigação. Além disso, a programação conjunta é um dos principais instrumentos da Comissão Europeia para concretizar mais sinergias e aumentar a eficácia dos recursos. A ambição do PROIntensAfrica é formular uma agenda de investigação universal e co-desenvolver mecanismos para uma parceria eficaz a longo prazo. Assim, o agrupamento de recursos para o ProintensAfrica não é só sobre ciência, mas também sobre política e financiamento. Num futuro próximo, proposta de parceria para o IntensAfrica terá de cumprir as políticas nacionais e internacionais. De acordo com a filosofia do futuro programa IntensAfrica, não há um modelo é melhor que o outro.

– Há controvérsias e vamos levá-los a bordo, mas o nosso papel não será o de agir como um juiz. No entanto, as questões de pesquisa e conhecimentos gerados servirá como combustível para o debate, diz Philippe Petithuguenin do Cirad. Workshops de consultas, estudos e painéis das partes interessadas são uma parte importante das atividades da ProIntensAfrica. Uma grande variedade de públicos estratégicos serão convidados a contribuir para as atividades e agenda. A comunicação é considerada crucial para desenvolver e reforçar o diálogo interactivo entre todos os intervenientes. O projeto ProIntensAfrica começa com um Workshop em Accra, no Gana, em Abril de 2015. O projecto irá desenvolver o programa IntensAfrica, dentro de dois anos.

Para mais informações por favor contacte: Huub Löffler, Wageningen UR huub.loffler@wur.nl Tel. + 31-317-486806 Yemi Akinbamijo PhD, FARA yemi.akinbamijo@faraafrica.org Tel. +233 (302) 772823 Philippe Petithuguenin, Cirad philippe.petithuguenin@cirad.fr Tel. + 33- (0) 4 67 61 44 40


Sustainable improvement of food and nutrition security and the livelihoods of African farmers are at issue when 23 African and European research partners collaborate on a long term research and innovation partnership. The focus is on sustainable intensification of the agro-food system in Africa.  What kind of consequences to the environment, economy and society does sustainable intensification of food production have? Although the current food production systems have enabled a substantial increase in food production, the farming practices have also impacted the environment. In addition, many people still do not have enough to eat and cannot escape poverty. These kinds of effects to the whole African Agro-food system will be included in the explorations as 23 research and innovation institutes from 21 countries collaborate in this new initiative, PROIntensAfrica. – It is projected that the expected growth in the world population from 7 to 9 billion and the changing diets will require 70% more food by 2050. There is no single solution to production increase, so a diversity of pathways for sustainable intensification needs to be explored and exploited, explains Huub Löffler from Wageningen University and Research centre (WUR), the coordinator of the initiative. Tailor-made routes to sustainability  The initiative starts off in a situation where many routes towards sustainable food systems have already been advocated in literature. However, the difficulty of sustainable intensification lies in each food system’s requirement to meet their specific supply and demand. As such, high input farming might be suitable for a specific region while organic farming is more suitable for another region. – The PROIntensAfrica initiative will go beyond the debate of best systems for sustainable intensification in Africa. We will combine elements of different systems, yielding into innovative systems to optimally meet specific requirements, says Dr. Yemi Akinbamijo, Executive Director of the from Forum for Agricultural Research in Africa (FARA). Pooling resources  Pooling African and European research resources is perceived as the best way to align existing research and instigate new research initiatives. Also, joint programming is one of the main instruments of the European Commission to accomplish more synergy and increase the effectiveness of resources. The ambition of PROIntensAfrica’s is to formulate a universal research agenda and co-develop mechanisms for an effective long term partnership. Therefore, pooling resources for ProintensAfrica is not only about science, but also about policy and funding. Subsequently, the following partnership proposal for IntensAfrica will need to meet the national and international policies. According to the philosophy of the future IntensAfrica programme, no one model is better than another. There are controversies and we will take them on board but our role will not be to act as a judge. However, the research questions and knowledge generated will serve as fuel to the debate, says Philippe Petithuguenin from Cirad. Consultation, case studies and stakeholder panel workshops are a major part of the activities of ProIntensAfrica. A wide range of strategic stakeholders will be invited to contribute to the activities and the agenda. Communication is considered crucial to develop and enhance the interactive dialogue between all stakeholders. The ProIntensAfrica project starts with a workshop in Accra, Ghana, in April 2015. The project will develop into the IntensAfrica programme within two years.

For more information please contact:  Huub Löffler, Wageningen UR huub.loffler@wur.nl Tel. +31-317-486806 Yemi Akinbamijo PhD, FARA yemi.akinbamijo@faraafrica.org Tel. +233 (302)772823 Philippe Petithuguenin, Cirad philippe.petithuguenin@cirad.fr Tel. +33- (0) 4 67 61 44 40


Une nouvelle initiative pour les systèmes agricoles et alimentaires en Afrique

L’amélioration durable de la sécurité alimentaire et nutritionnelle, ainsi que la question des moyens de subsistance des agriculteurs africains, sont mis en exergue par 23 partenaires de recherche et d’innovation africains et européens. Cette collaboration se fait autour d’un partenariat de recherche et d’innovation à long terme. L’accent est mis sur l’intensification durable des systèmes de production en Afrique.  Quels effets réels peut-on attendre de nouvelles voies d’intensification durable de la production agricole et alimentaire sur l’environnement, l’économie et la société? Bien que les systèmes de production actuels aient permis une augmentation substantielle de la production agricole et alimentaire, l’évolution des pratiques agricoles a parfois conduit à une détérioration de l’environnement. En outre, de nombreuses personnes n’ont toujours pas suffisamment à manger et ne peuvent échapper à la pauvreté. 23 instituts de recherche et d’innovation, répartis dans 21 pays européens et africains, se joignent pour étudier les effets globaux des systèmes de production dans le cadre d’une nouvelle initiative, PROIntensAfrica.  « La croissance attendue de la population mondiale de 7 à 9 milliards d’individus et la modification des régimes alimentaires exigeront 70 % de nourriture en plus en 2050. On le sait, il n’y a pas de solution unique pour l’augmentation de la production. Il faut explorer et exploiter la diversité de voies d’intensification durables », explique Dr Huub Löffler de l’Université de Wageningen et Centre de Recherche (WUR), coordinateur de l’initiative. Feuille de route pour la durabilité  L’initiative prend forme dans une situation où de nombreuses routes vers les systèmes de production alimentaires durables ont déjà été préconisées dans la littérature scientifique. Cependant, la difficulté de l’intensification durable réside dans les multiples exigences que l’offre et la demande font peser sur les systèmes de production. En tant que telle, l’agriculture à base d’intrants pourrait être parfaitement adaptée à une région spécifique tandis qu’une agriculture biologique pourrait être envisagée dans une autre région. « L’initiative PROIntensAfrica devra aller au-delà d’un simple débat portant sur le meilleur système de production pour l’intensification durable en Afrique. Nous devrons tenter de combiner des éléments de différents systèmes, en demandant à ces systèmes innovants de répondre aux exigences spécifiques de manière optimale », dit le Directeur Exécutif du Forum pour la Recherche Agricole en Afrique (FARA), Dr Yemi Akinbamijo. Synergie des ressources  Favoriser les synergies entre la recherche africaine et la recherche européenne est perçue comme la meilleure façon de fédérer les recherches existantes. De nouvelles initiatives devraient également voir le jour et, grâce à la programmation conjointe – l’un des principaux instruments de la Commission Européenne -, les synergies et les ressources seront mieux exploitées. L’ambition de PROIntensAfrica est de formuler un agenda de recherche partagé par l’ensemble des partenaires et de permettre l’élaboration en commun des mécanismes permettant un partenariat efficace sur le long terme. Toutefois, favoriser les synergies à travers l’initiative ProIntensAfrica ne reposera pas seulement sur la science, mais aussi sur la politique et les financements. Par conséquent, à l’issu de cette réflexion, la proposition de partenariat qui sera formulée pour IntensAfrica devra s’appuyer sur les politiques nationales et internationales. Comment atteindre cet objectif et quelles répercussions sur la vie des gens peut-on attendre des propositions qui seront formulées ? C’est la raison d’être des consultations, études de cas et ateliers programmés, qui constitueront une partie importante des activités de ProIntensAfrica. Chaque partenaire sera invité à contribuer à ces activités et à la réflexion autour de l’agenda final. L’enjeu de la communication dans ce contexte est important : elle doit permettre un dialogue interactif entre toutes les parties prenantes. Selon la philosophie du futur programme “IntensAfrica”, aucun modèle n’est meilleur à un autre dans l’absolu. « S’il y a des controverses, nous devons les intégrer à nos réflexions. La recherche ne se posera pas en juge ; elle permettra la formulation des questions de recherche et la production des connaissances qui serviront de carburant à nos futurs débats“, déclarent Philippe Petithuguenin du Cirad. L’atelier de lancement du projet ProIntensAfrica a lieu à Accra, au Ghana du 21 au 23 avril 2015. Le projet permettra d’élaborer le programme Intensifia dans un délai de deux ans.

Pour plus d’informations, veuillez contacter :  Huub Löffler PhD, Wageningen UR E-mail: Huub.loffler@wur.nl Tél: +31-317-486806 Yemi Akinbamijo PhD, FARA E-mail: Yemi.akinbamijo@faraafrica.org Tél. +233 (302)772823 Philippe Petithuguenin, Cirad E-mail : philippe.petithuguenin@cirad.fr Tél: +33 4 67 61 49 65

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